A implantação de Squads de IA permite que uma empresa saia do uso superficial da inteligência artificial e passe a aplicar a tecnologia diretamente nos processos internos. Este case mostra como estruturamos essa jornada em um departamento estratégico, criando clareza, priorização e resultados reais.

A implantação de Squads de IA permite que uma empresa saia do uso superficial da inteligência artificial e passe a aplicar a tecnologia diretamente nos processos internos. Este case mostra como estruturamos essa jornada em um departamento estratégico, criando clareza, priorização e resultados reais.

Muitas empresas avançam na adoção de IA oferecendo ferramentas modernas para todo o time.
Mesmo assim, surge um problema comum:
parte dos colaboradores usa a IA de forma desorganizada
outra parte não usa por falta de clareza ou confiança
o TI não consegue traduzir limites e possibilidades
as áreas ficam perdidas sobre o que é IA e o que não é
Após treinamentos corporativos bem-sucedidos com centenas de colaboradores, surgiu a necessidade de levar a IA para dentro dos processos reais — com método, prioridades claras e impacto medível.
Criamos um modelo prático e escalável onde cada departamento participa ativamente da implementação da IA:
Reuniões estruturadas com área + TI para entender necessidades, gargalos e desafios.
Avaliação do que é IA, o que é automação, o que é RPA e o que não faz sentido desenvolver.
A BRIA Tech atua como guia técnico e estratégico, conduzindo a criação ou refino de soluções.
Somente após validação de uma dor avançamos para a próxima, garantindo clareza e aprendizado real.
Apesar de outras áreas mostrarem interesse, o departamento financeiro foi escolhido como piloto porque:
já havia iniciativas internas usando IA
existia abertura para evolução
o volume de processos repetitivos permitia ganho imediato de produtividade
as dores estavam alinhadas ao conteúdo dos treinamentos
possibilitava aplicar IA de forma prática sem introduzir tecnologias paralelas
Essa decisão evitou dispersão e permitiu que o primeiro squad fosse estruturado com maturidade.
Na reunião de abertura, conduzimos a equipe por três etapas fundamentais:
O departamento apresentou pontos críticos do processo.
O TI participou ativamente, validando o que faz ou não sentido tecnicamente.
Priorizamos iniciar por um agente já existente que precisava ser aprimorado antes de avançar para qualquer solução nova.
Durante o refinamento dos agentes, trabalhamos também a estrutura de fluxo entre dados, projeto e agente. Orientamos a equipe a criar um histórico de análises por data, permitindo que o departamento acompanhe tendências, valide decisões e evolua o uso da IA com base em registros reais. Isso gerou um processo mais inteligente, auditável e fácil de escalar para outros departamentos.
Ao analisar a primeira dor apresentada, ficou evidente que não era um caso de IA — e sim de automação interna e integração entre sistemas.
A BRIA Tech:
envolveu o TI
explicou o motivo para o departamento de forma acessível
evitou desperdício de esforço e frustração futura
reforçou a maturidade do processo
Esse é um ponto importante da nossa metodologia:
não aplicamos IA onde ela não traz valor.
O departamento já tinha criado agentes próprios, mas alguns apresentavam:
respostas inconsistentes
falta de estrutura
instruções extensas e pouco claras
acúmulo de funções
devaneios em análises
O próximo passo definido:
abrir o agente
revisar passo a passo
redefinir papéis
dividir em microagentes quando necessário
organizar a lógica de etapas
orientar o time no processo
Tudo isso será feito na reunião técnica seguinte, já agendada.
Trabalhamos com três princípios que geram resultados consistentes:
Evita dispersão e garante domínio do processo.
Cada solução deve respeitar limites técnicos e o fluxo interno da empresa.
Explicamos sempre o porquê — para o time entender, decidir e evoluir com autonomia.
Também introduzimos o conceito de trabalho em camadas: dados limpos → análise estruturada → agente operacional. Esse modelo evita retrabalho, reduz ruído e aumenta drasticamente a precisão dos resultados, especialmente em departamentos que lidam com números, tendências e informações sensíveis.
Mesmo na fase inicial, o squad já gerou:
maior alinhamento entre equipes
clareza total sobre o que cabe IA
redução de pedidos errados
maior confiança da equipe em avançar
entendimento de prioridades
estrutura para replicar o modelo em outros departamentos
maturidade na criação e uso de agentes
Reunião técnica para refinar o agente existente
Validação da primeira dor
Avanço para a próxima necessidade
Definição da liderança sobre expandir ou não os squads para outras áreas no início do ano
A BRIA Tech ajuda empresas a transformar conhecimento em resultados reais por meio de uma metodologia estruturada, clara e alinhada com TI e negócio.
Contato
WhatsApp: (19) 99262-5473
👉 https://wa.me/5519992625473
E-mail: contato@briatech.com.br
Atendemos empresas em todo o Brasil.