Este case mostra como a BRIA Tech atuou junto à Salon Line, uma das maiores empresas do setor de cosméticos no Brasil, para estruturar o uso de Inteligência Artificial de forma prática, organizada e com adesão real das equipes.
Apesar do investimento inicial em ferramentas de IA, a empresa enfrentava desafios comuns: baixa adesão, uso despadronizado e dificuldade em transformar IA em produtividade no dia a dia.

Este case mostra como a BRIA Tech atuou junto à Salon Line, uma das maiores empresas do setor de cosméticos no Brasil, para estruturar o uso de Inteligência Artificial de forma prática, organizada e com adesão real das equipes.
Apesar do investimento inicial em ferramentas de IA, a empresa enfrentava desafios comuns: baixa adesão, uso despadronizado e dificuldade em transformar IA em produtividade no dia a dia.

Uma grande empresa nacional já havia disponibilizado ferramentas de IA para todos os colaboradores — incluindo versões avançadas de modelos generativos.
Mesmo assim, enfrentava dois obstáculos comuns em processos de inovação:
uso de ferramentas externas sem controle
exposição de informações sensíveis
ausência de padrões
excesso de experimentação sem orientação
medo de errar
insegurança sobre substituição de funções
falta de clareza sobre utilidade prática
visão negativa da tecnologia por desconhecimento
A empresa investia em tecnologia, mas a cultura ainda não acompanhava.
Era preciso organizar, orientar e nivelar todo o time.
Antes de qualquer aplicação prática, estruturamos um processo de transformação cultural com foco em:
mudanças comportamentais sustentáveis
Nosso objetivo: criar uma base consistente, segura e replicável para uso da IA.
Criamos um instrumento de avaliação interna para entender:
o nível atual de uso da IA
as principais dúvidas
a confiança das pessoas na ferramenta
o perfil de aprendizado de cada colaborador
Com isso, classificamos colaboradores em três grupos:
básico
intermediário
avançado
Essa triagem permitiu criar trilhas personalizadas de aprendizagem, evitando treinar todos da mesma forma — o que gera desperdício e confusão.
Realizamos dois tipos de treinamentos:
Foco em:
uso seguro da IA
produtividade
escrita, organização, análise e tomada de decisão
limites e boas práticas
Foco em:
casos reais
criação de agentes
raciocínio por etapas
padronização de prompts
entendimento profundo de uso corporativo
A primeira rodada teve adesão moderada.
Mas o impacto foi tão forte que:
colaboradores começaram a comentar com seus colegas
pessoas resistentes passaram a pedir vaga
setores solicitaram novas turmas
precisávamos repetir o treinamento para atender a demanda crescente
O treinamento parou de ser uma obrigação e virou desejo interno.
Isso é transformação cultural de verdade.
As empresas geralmente sofrem porque:
alguns colaboradores avançam rápido demais
começam a usar ferramentas externas
criam fluxos sem segurança
geram risco de LGPD e perda de dados
Na transformação cultural, trabalhamos três pilares:
Como escolher ferramentas, avaliar riscos e evitar exposição indevida.
Criamos um modelo replicável de criação de prompts, agentes e processos.
Os entusiastas aprenderam a inovar sem ultrapassar limites de segurança.
Técnica não resolve tudo.
A transformação cultural exige um olhar humano e psicológico.
Trabalhamos com:
demonstrações práticas aplicadas ao dia a dia
exercícios simples que geram resultados imediatos
explicações acessíveis (não técnicas)
acolhimento de dúvidas e inseguranças
reforços positivos em cada evolução
O resultado foi um aumento visível de:
confiança
curiosidade
abertura para aprender
uso responsável
A cultura mudou.
Colaboradores que nunca haviam usado IA começaram a usar diariamente.
Menos uso de ferramentas externas, mais segurança e padronização.
Times passaram a criar agentes próprios de forma responsável — antes mesmo dos squads.
Todos passaram a falar de IA com a mesma base conceitual.
Somente depois dessa fase foi possível iniciar a implantação dos Squads de IA.
Aprendizado além da ferramenta: os colaboradores passaram a compreender não apenas como usar IA, mas como pensar IA. Durante a fase prática, demonstraram capacidade de revisar prompts, reduzir ruídos, reorganizar dados e propor melhorias estruturais nos próprios agentes — sinal claro de evolução cultural e autonomia.
A transformação cultural em IA não é apenas “treinar pessoas”.
É construir:
mentalidade
segurança
estrutura
alinhamento
autonomia
clareza
Sem essa base, nenhuma iniciativa de IA funciona.
Com ela, tudo flui.
Como parte desse processo, a BRIA Tech ensinou a empresa a diferenciar claramente o que é tecnologia, o que é processo e o que é comportamento. Essa clareza permitiu que áreas inteiras deixassem de depender totalmente do consultor e passassem a tomar decisões estruturadas sozinhas, elevando a maturidade organizacional.
A BRIA Tech ajuda organizações a estruturar uma cultura clara, segura e aplicada de IA — desde o treinamento até a adoção prática nos processos.
Contato
WhatsApp: (19) 99262-5473
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Atendemos empresas em todo o Brasil.